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segunda-feira, 11 de abril de 2016

Para agências de risco, nem Dilma nem Temer evitarão estagnação da economia

Com o iminente desfecho de mais uma etapa da crise política, as três maiores agências de risco do mundo, Moody’s, Fitch e Standard & Poor’s, indicaram à BBC Brasil que as profundas dificuldades amargadas pela economia brasileira não devem sofrer grande melhora tanto se o poder ficar com Dilma Rousseff como se for repassado ao vice, Michel Temer. As três agências acreditam que as perspectivas serão negativas no mínimo até 2018.

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